" Ria pra mim, ria de mim, ria comigo. Das minhas piadas, do meu jeito, dos meus defeitos. Ria do que quiser, mas sempre me dê um sorriso. "
" Que o tempo não engane meus batimentos cardíacos, meu bem. E que não percamos a fé nas coisas detalhadas pelo céu que nos avisa sobre a chuva que cairá amanhã. Perceba: as estrelas estão morrendo por nunca serem observadas e o trânsito na Índia aumenta cada dia mais. Os poetas estão mendigando leituras tristes de textos tão sentimentais, mas poucos leem as entrelinhas das feridas que carregam. Assim como acontece comigo: meus pés sangrentos jamais serão culpa nos teus olhos. Não ria de mim assim, eu lhe digo, e você faz que nem é contigo. Ah, não faz estes teus olhos porque eu estou morrendo, chorando, caindo. Eu estou virando estrela, tão desapercebido e só, mesmo que estando com milhares de outras almas brilhantes mas que sofrem de solidão. Que o tempo não me ache escondido embaixo da cama de minha mãe e que a tristeza não me convença de ficar. Não ria de mim assim, eu lhe digo, não ria assim de mim que vou morrendo. "








